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VEM AÍ A OITAVA EDIÇÃO DO AQUISHOW, EM MAIO DE 2017

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A oitava edição do Aquishow, acontecerá entre os dias 30 de maio e 1 de junho, na Estância Turística de Santa Fé do Sul-SP

Foi firmada uma parceria entre setor produtivo e Prefeitura Municipal de Santa Fé do Sul para que a realização do Aquishow 2017 seja impecável. A organização do evento, a ser realizado no Complexo Roberto Rollemberg, passar a ser de responsabilidade da Associação de Piscicultores de Águas Paulistas e Águas da União – Peixe SP.
Como de praxe o evento contará com palestras e debates de temas relacionados à atividade, e com visitas técnicas na região.

Foi formada também uma comissão organizadora mista, composta por representantes do setor produtivo, fábricas de ração, medicamentos, equipamentos e entidades do setor, Peixe BR, Compesca, Instituto de Pesca, Apta e Cati, além do Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Piscicultura da Região de Santa Fé do Sul (Cimdespi).
“O objetivo do evento é promover palestras que agreguem conhecimento e tecnologia ao dia a dia da piscicultura”, disse Emerson Esteves, presidente da Peixe SP .
Estarão presentes no evento agentes financiadores para que as empresas expositoras possam negociar mais facilmente seus produtos.

Mais informações sobre o Aquishow 2017 no site www.aquishow.org.br

Confira a programação do Aquishow 2017

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PLEITO PARA ISENÇÃO DO PIS/COFINS DA RAÇÃO PARA PEIXES

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O secretário executivo da PEIXE BR, Francisco Medeiros, reuniu-se com o Deputado Federal Cleber Verde, presidente da Comissão de Pesca e Aquicultura da Câmara Federal é atual líder na Câmara do Partido Republicano Brasileiro (PRB). O partido defende a pesca extrativista, mas está buscando ampliar os horizontes. O deputado deseja marcar reunião com representantes da Piscicultura para conhecer melhor o setor.

Francisco informou que uma das demandas da entidade é a isenção do PIS/COFINS para ração de peixes, pedido que se encontra parada na Comissão de Finanças e Tributação (CFT).

O deputado Cleber Verde disse que a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) será agora presidida pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB) e que será mais fácil levar adiante a solicitação da isenção do PIS/COFINS para ração de peixes.

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Feira de pescados nos EUA deve gerar US$ 12 milhões em negócios para o Brasil.

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Feira de pescados nos EUA deve gerar US$ 12 milhões em negócios para o Brasil Durante o evento, o Brasil fez a promoção comercial de 19 espécies de pesca extrativa e cinco espécies da aquicultura.

O Brasil teve este ano sua melhor participação na Seafood Expo North America, em Boston (EUA). A avaliação é das 26 empresas e três entidades do setor brasileiro de pescados que estiverem presentes na principal feira de promoção e comercialização de produtos de pesca e aquicultura do continente americano. Segundo eles, a expectativa de negócios para o país decorrentes do evento é de cerca de US$ 12 milhões.

A participação da cadeia de pescados e aquicultura na 37ª edição da Seafood teve o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que montou o Pavilhão Brasil, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Durante o evento, o Brasil fez a promoção comercial de 19 espécies de pesca extrativa (ariaco, atum, camarão rosa, cavalinha, cioba, corvina, gordinho, gurijuba, lagosta, lagostim, meka, ostra, pargo, peixe espada, peixe sapo, pescada amarela, pescada branca, polvo e sardinha) e cinco espécies da aquicultura (pacu, pintado, pirarucu, tambaqui e tilápia).

A 37ª edição da Seafood Expo North America foi realizada de domingo passado (19) até a última terça-feira (21). O evento reuniu mais de mil expositores de 50 países e recebeu cerca de 20 mil visitantes de cem nacionalidades.

Os EUA é o principal importador de pescado no mundo, de acordo com o Departamento de Comércio. Em 2015, os Estados Unidos importaram US$ 18,8 bilhões, o equivalente a pouco mais de 2,6 milhões de toneladas de pescado. No ano passado, o Brasil exportou US$ 236 milhões, cerca de 39,6 mil toneladas de pescado. Os EUA foram o principal destino do pescado brasileiro, com US$ 99,1 milhões em valor (41,98%) e 12,7 mil toneladas em volume (32,03%).

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Paraná, Rondônia e São Paulo puxam o desempenho da piscicultura brasileira.

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A Piscicultura brasileira R$ 4,3 bilhões e gerou mais de 1 milhão de empregos diretos e indiretos em 2016. A produção alcançou o volume de 640.510 toneladas de peixe, tendo o Paraná, Rondônia e São Paulo como os principais estados produtores. Em 2015, a atividade produziu menos de 638.000 toneldas.

Os dados fazem parte do inédito levantamento estatístico da atividade feito pela Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), publicado no Anuário Brasileiro da Piscicultura ,edição 2016.

Segundo o balanço, o Paraná produziu 93.600 toneladas de peixes cultivados e superou as adversidades do ano e, contando com o indispensável trabalho dos projetos aquícolas independentes e, especialmente, das cooperativas e seus produtores integrados. Cresceu 17% em 2016, o maior avanço entre as praças de destaque.

A vice-liderança é de Rondônia, com um total de 74.750 toneladas de peixes. O crescimento foi expressivo em relação a 2015: chegou a 15%. Destaque ao aumento dos projetos de peixes redondos, característica marcante da atividade rondoniense.

São Paulo aparece no levantamento como o terceiro maior estado em piscicultura no Brasil, com 65.400 toneladas produzidas no ano passado. O estado cresceu 9% em relação a 2015, mantendo a média anual de crescimento e com tendência de maior evolução em função da assinatura do decreto estadual que regulamenta o licenciamento ambiental.

Mato Grosso é o quarto maior produtor de peixes cultivados do país, segundo a Peixe BR, com 59.900 toneladas em 2016, porém, queda de 19% no comparativo com o ano anterior. Já Santa Catarina manteve-se entre os líderes na produção de peixes cultivados no País, com manutenção da taxa de crescimento. Atingiu 38.330 toneladas em 2016.

Na análise por regiões, Rondônia contribuiu decisivamente para a região Norte fechar 2016 como líder na produção de peixes cultivados no Brasil. A região produziu 158.900 toneladas, com crescimento de 4,81% sobre 2015.

A região Sul vem em seguida, com 152.430 toneladas, resultado de um excelente desempenho: aumento de 13% sobre os números do ano anterior. O Centro-Oeste foi a terceira região mais produtiva em 2016, com 120.670 toneladas. Na sequência, vieram o Nordeste (104.680 toneladas) e o Sudeste (103.830 toneladas).

Interferência econômica

O desempenho da Piscicultura em 2016 está diretamente ligado à situação econômica do Brasil, com redução dos investimentos em importantes estados produtores, queda generalizada do consumo de proteínas animais e problemas climáticos no Nordeste. A instabilidade político-econômica foi responsável pelo adiamento de importantes definições estratégicas, como os processos de outorga de águas da União e a aprovação dos projetos de licenciamento ambiental que se acumulam há mais de uma década, entre outros, processos que começam a ser destravados.

Para a Associação de Psicultura essa situação impediu, com mais ou menos intensidade, o melhor desempenho da atividade como um todo. Há estados onde a produção continuou avançando e o crescimento foi sólido – casos do Paraná, Rondônia e São Paulo.

Em outros, o desempenho ficou estável e alguns foi afetado pelas adversidades econômicas. Mas nada tira da Piscicultura brasileira o potencial de evolução, considerando a disponibilidade de água, condições climáticas, capacidade empreendedora dos empresários brasileiros e a diversidade de espécies.

Fonte: Canal Rual – http://www.canalrural.com.br/noticias/piscicultura/parana-rondonia-sao-paulo-puxam-desempenho-piscicultura-brasileira-65975

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